BCSD Portugal promove Prémios Investigação Alfredo da Silva
27 Jan 2022
  • A iniciativa da Fundação Amélia de Mello distingue e apoia a realização de projetos de investigação científica avançada
  • O BCSD Portugal é um dos parceiros e apoia o prémio na área da sustentabilidade e empreendedorismo

 

Pelo segundo ano consecutivo, o BCSD Portugal junta-se à Fundação Amélia de Mello, à COTEC Portugal e à Universidade NOVA de Lisboa nos Prémios Investigação Alfredo da Silva, uma iniciativa que distingue e apoia com 25.000 euros cada a realização de projetos de investigação científica avançada nos seguintes domínios:

  • Sustentabilidade e Empreendedorismo;
  • Inovação Tecnológica, Mobilidade e Indústria;
  • Sustentabilidade dos Sistemas de Saúde.

À semelhança da edição passada, o BCSD Portugal promove o prémio no domínio da Sustentabilidade e do Empreendedorismo, que visa distinguir projetos de investigação a desenvolver por investigadores integrados em instituições portuguesas ou que desenvolvam os seus projetos se estiverem baseados em Portugal.

Este prémio contemplará projetos de investigação com potencial para darem um contributo relevante para a agenda da sustentabilidade, nomeadamente, para os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Agenda 2030 das Nações Unidas, em âmbito lato, incluindo várias áreas científicas, como a sustentabilidade social, económica e política.

Os temas das áreas podem incidir sobre o passado, sobre a história desses domínios, sobre os desafios que se colocam ao seu desenvolvimento e ainda às condições humanas e sociais em que ocorreram e devem vir a desenvolver-se.

Os restantes prémios, são atribuídos pela COTEC Portugal, no âmbito da Inovação Tecnológica, Mobilidade e Indústria e pela Universidade NOVA de Lisboa, no domínio da Sustentabilidade dos Sistemas de Saúde.

Para cada uma destas áreas será constituído um júri, que apreciará as candidaturas e escolherá a proposta vencedora a apoiar. A composição do júri do BCSD Portugal integrará Ana Casaca, Global Head of Innovation Galp; Daniel Bessa, Economista, antigo diretor e professor da Porto Business School e professor da Faculdade de Economia da Universidade do Porto; João Wengorovius Meneses, Secretário-Geral do BCSD Portugal; Madalena Freire de Andrade, Membro Executivo do Conselho de Administração na Sinvepart SGPS e Margarida Couto, Sócia da Vieira de Almeida Associados e Presidente do GRACE.

A entrega do valor do prémio será faseada, de acordo com relatórios de monitorização da sua evolução.

O período de candidaturas dos prémios decorrerá entre os dias 31 de janeiro de 2022 e 16 de maio de 2022. Os projetos vencedores serão anunciados e entregues em cerimónia pública no dia 30 junho deste ano.

Candidate-se ao Prémio aqui»

 

Sobre a FAM:
A Fundação Amélia de Mello, instituição de direito privado com estatuto de utilidade pública surgiu em 1964, por iniciativa de D. Manuel de Mello, genro de Alfredo da Silva, em homenagem à sua mulher, para dar continuidade e reforçar a inovadora ação social do Grupo CUF – Companhia União Fabril, a qual se vinha desenvolvendo desde o início do século passado. O essencial da visão que a Fundação hoje assume apontam no sentido da valorização prioritária da educação e das instituições ligadas a esse setor e com as quais tem tido fortes aproximação e afinidades, sempre dentro do mais estrito rigor e no respeito da vontade do instituidor da Fundação, D. Manuel de Mello. Essa tradição do futuro, que norteia todas as atividades da Fundação, admite que é possível recolher as lições da história e projetar os exemplos de excelência do seu extraordinário passado.
Sobre Alfredo da Silva:
Nascido a 30 de junho de 1871, em Lisboa, Alfredo da Silva foi o maior industrial português do século XX.  Em resultado do seu espírito visionário e empreendedor, teve um papel decisivo no desenvolvimento económico de Portugal. Com a criação do Grupo CUF, contribuiu para a modernização e crescimento das indústrias química e têxtil, para o incremento dos transportes urbanos e marítimos e da reparação naval, para o crescimento da atividade bancária e para a melhoria da prestação de serviços na área da saúde, a par de uma vasta obra social.
Antes de terminar o Curso Superior de Comércio de Lisboa, em 1892, com média de 16,1 valores (a melhor do seu curso), já tinha voz ativa em importantes empresas, primeiro na Companhia Carris de Lisboa e, mais tarde, no Banco Lusitano. Exigente e rigoroso, soube sempre rodear-se dos melhores gestores e técnicos, tendo feito do Grupo CUF o maior e mais diversificado grupo empresarial de Portugal, integrando mais de uma centena de empresas. A partir dos lemas “Mais e Melhor” e “O que o País não tem, a CUF cria”, a sua atividade estendeu-se à construção naval, têxteis, química, metalomecânica, minas, petróleos, tabaco, banca e seguros.

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